A importância do advogado na elaboração de um contrato
- Maristela Tamazzia

- 10 de jan. de 2020
- 2 min de leitura

Na rápida leitura da imagem é possível ver o romance no convite “casa comigo”, parecendo ser um pedido de casamento. Todavia a ironia do bilhete se depreende das pequenas palavras anteriores “limpa a”.... casa comigo! Veja que essas pequenas palavras antecedentes alteram toda a dinâmica do convite transformando o pedido romântico em um serviço de trabalho.
Enfim, a imagem ilustra o reflexo do que os nossos contratos são em nosso cotidiano! Afinal, uma passada rápida de olhos sem o devido cuidado e atenção influência de forma negativa toda uma relação contratual. Indo mais longe, se uma simples passada de olhos nos engava, quem dirá quando se usa frases robustas, de difícil interpretação.
Diversos questionamentos são feitos ao elaborar ou assinar um contrato seja ele de casamento, serviços, demissão, venda, etc. Mas sem a orientação de um profissional não tem possibilidade de garantir que o documento esteja completo e não englobe uma cláusula abusiva, irrelevante ou até ambígua.
O assessoramento jurídico serve para que a elaboração do contrato seja feita de forma clara, concisa e de acordo com a lei, prevendo hipóteses que ocorrerão daquela relação e antecipando possíveis aborrecimentos.
Observo que muitas pessoas buscam modelos na internet, a exemplo dos contratos de locação, imaginando que outra pessoa tenha pensado em todos os imprevistos, validades e segurança que o seu imóvel precisaria naquela relação.
Nesse cenário entra a importância de ter um bom profissional lhe representando. O advogado nessa situação elabora o contrato reduzindo drasticamente os erros da futura relação, prevendo, sempre que possível, multas para atos ilegais e penalidades amparados na lei. No contrato de locação, exemplificativo, pode ser pela sublocação, excesso de moradores, cumprimento do regulamento de condomínio, acréscimo patrimonial ao imóvel (despesas úteis, necessárias e voluptuárias), etc.
Afinal, um profissional básico estudou ao menos cinco anos para angariar conhecimento, aplicando-o em momentos como esse para o fim de evitar litígios.




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